“A expectativa está bem alta. É muito legal ver jogadores que não são tão famosos na comunidade, que não são grandes pro-players, mas que estão jogando em alto nível, principalmente, pois alguns nomes se repetem. E isso mostra a constância do campeonato e o papel que ele faz de revelar a galera”, afirma Schaeppi, que conduzirá a transmissão do Red Bull Solo Q ao lado de casters da Riot Games, como Takeshi e Rafa. “Sobre jogar no Howling Abyss, a gente só conseguiu fazer isso em alguns All-Stars, há alguns anos, e esse mapa específico do 1×1 é feito pra isso, então, deixa a competição ainda mais legal, mais imersiva. Eu estou curioso para ver essa experiência do evento”, completa o caster.
O grande campeão irá faturar o título brasileiro de melhor amador de LOL x1, troféu personalizado, computador gamer e outras premiações especiais. Em 2022, o Red Bull Solo Q conta com apoios de Aorus, Agon by AOC e FURIA.
SOBRE O RED BULL SOLO Q
O Red Bull Solo Q (conhecido por Red Bull Player One durante seis temporadas) é um torneio mundial de League of Legends criado no Brasil. Desde a primeira edição, grandes nomes do cenário de LOL mostraram suas habilidades em confrontos emocionantes e eletrizantes. Entre os vencedores nacionais, Matheus “Mylon” Borges foi o primeiro, em 2014. Em 2015, Eidi “esA” Yanagimachi faturou o título. No ano seguinte, foi a vez de Thiago “TinOwns” Sartori subir ao local mais alto do pódio.
De lá para cá, dois players se tornaram referência: Lucas ‘Gregio’ Vernier, vencedor em 2017 e 2019, e o xará de brTT, Felipe ‘DAT BF’ Gonçalves, campeão brasileiro em 2018 e 2020. Na última edição, Eduardo ‘Tadalol’ Uemura quebrou essa escrita e levou o primeiro título dele. Além disso, o Red Bull Solo Q revelou amadores que se tornaram profissionais e destaques por suas equipes, como Victor ‘Vitin’ Ruiz, Júlio César ‘NOsFerus’ Cruz e o próprio Gregio.