Superando dificuldades
Mas nem tudo são flores. Devido às restrições provocadas pela pandemia de coronavírus, 89% dos trabalhadores da música perderam renda em 2021. Os dados são da União Brasileira de Compositores (UBC) e da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Ainda assim, a indústria fonográfica brasileira encontrou maneiras de continuar faturando e, logo em 2022, conseguiu superar a média mundial, entrando para o Top 10 da indústria global de música.
O crescimento acelerado em muito se deve à popularização dos serviços digitais de streaming, como o Spotify, que se mostraram como uma alternativa para o consumo de música em meio à impossibilidade de eventos presenciais. Quem soube aproveitar a onda digital, superou os obstáculos da pandemia e fez parte do crescimento do setor, como foi o caso da New Music Brasil, empresa de edição e distribuição digital de músicas e marketing musical, que está há mais de 20 anos no mercado.
“Em 2019, éramos apenas quatro colaboradores. Porém, com o ‘boom’ do digital, fez-se necessário ampliar a equipe para atender às novas exigências da indústria da música. Depois que nos adequamos às estratégias atuais de distribuição e reforçamos a importância do marketing, a empresa teve o assombroso crescimento de 600%”, relata Caroline Bezerra, CMO da New Music Brasil.
Esse caso de sucesso é somente um entre muitos exemplos do crescimento da indústria fonográfica brasileira, demonstrando o potencial do setor, que movimenta bilhões de reais anualmente, gerando empregos e renda para a população.
Assessoria da New Music Brasil.