Sobre Clara Verdier
Clara Verdier é artista, produtora e está gestante aguardando seu primeiro filho que chega em julho de 2023!
Clara é Bacharel em administração de empresas pela FGV (EAESP), Bacharel em artes cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH), estudou interpretação clássica na London Academy of Music and Dramatic Arts (LAMDA) e está cursando canto lírico pela Escola Municipal de Música de São Paulo (um dos conservatórios mais prestigiosos da América Latina).
Clara foi consultora na Integration Consulting e na Futurebrand, mas em 2014 decidiu dedicar-se completamente à carreira artística. Desde então, protagonizou grandes espetáculos como Les Misérables no Brasil e no México, e viveu Christine na turnê internacional de “O Fantasma da Opera”.
Depois de alguns anos fora do país, voltou ao Brasil no inicio de 2020 e teve uma pausa na carreira artística por conta da pandemia. Neste momento, Clara co-fundou o Projeto Toca – uma organização social para homenagear e agradecer os profissionais “essenciais” que serviram nossa sociedade durante o lockdown – profissionais da saúde, coletores de lixo, motoristas de ônibus, entregadores, empresas de logística, etc. Foram mais de 15 mil profissionais homenageados presencialmente em seus locais de trabalho com música ao vivo, doces e café quentinho – um abraço de longe num momento que não era possível confortar de perto.
Clara passou a buscar novas maneiras de impactar a sociedade por meio de arte. Sua estreia como produtora é este projeto audiovisual social “Eu tenho uma Voz” – a expectativa é que seja o primeiro de uma longa linha de projetos artísticos de impacto social da Verdier Produções Artísticas.
Sobre DIRETORAS Barbara Ramoz e Juliana Albuquerque
www.impalafilmes.com
A dupla Impalas assumiu o enorme desafio de dirigir este filme – duas diretoras jovens, periféricas, LGBTQIA+ formadas pelo Instituto Criar. Elas foram descobertas no programa Amplifica Cine 2022.
O Programa contou com uma rodada de negócios em novembro de 2017 no Instituto Criar do Luciano Huck, onde a Clara Verdier conheceu os co-produtores Gustavo Cabral e Maurício Rodrigues, e as Diretoras Juliana Albuquerque e Barbara Ramos.
Assim o filme ganhou voz na diversidade, a voz jovem de duas mulheres periféricas, nascidas no Capão e Embu das Artes, elas estudaram e se formaram no Criar, já haviam atuado na O2 como diretoras de publicidade. O diretor renomado Paulo Caruso é “padrinho” da dupla, e atuou como consultor artístico neste projeto.
A participação desta dupla foi essencial para ampliarmos a pluralidade e representatividade de vozes no nosso projeto.
Sobre CHILDHOOD
A Childhood Brasil tem como objetivo a proteção à infância e à adolescência. O foco de atuação é no enfrentamento do abuso e da exploração sexual contra crianças e adolescentes.
Criada em 1990 pela Rainha Silvia Silvia da Suécia, a Chidhood Brasil faz parte da Word Childhood Foundation (Chidhood), instituição que conta ainda com escritérios na Suécia, na Alemanha e nos Estados Unidos. A organização é certificada como Organização da Socociedade Civil de Interesse Público (OSCIP).