“Agora eu vou fazer 88 anos. Minha esposa tem 85 anos, e eu só espero
viver mais uns 5 ou 6 anos de vida. Isso é tudo o que queremos. A gente
não quer viver muito mais. Na verdade, eu sempre disse para minha mulher
que eu queria chegar nos 94. É a meta da minha existência. Eu adoraria
ver meu neto trabalhando e minha neta se casando. A gente quer que eles sejam tão felizes quanto nós fomos. (Moses Rubenstein, Brooklyn)”
Não há fórmula para que o amor dê certo ou dure, mas não há como não apreciar uma bela historia de amor, principalmente o amor verdadeiro e que dure se tornando algo tão raro hoje em dia, pensando assim a
fotógrafa Lauren Fleishman tentou encontrar os ingredientes que fazem
uma relação durar a vida inteira.
No ensaio “Love Ever After”, que já
virou até livro, ela retratou casais que estão juntos há pelo menos 50
anos e todos são muito fofos.
Lauren juntou relatos de pelo menos um dos parceiros para falar da relação construída ao longo dos anos, suas vivencias e esperanças, tudo é muito lindo. Espero que o ensaio de Lauren motive e inspire os casais á terem relações mais solidas e verdadeiras, baseadas no amor e cumplicidade, essa sem duvida é uma boa motivação. Espero que você goste tanto das fotos quanto eu, não deixe de comentar, falando o que pensa do ensaio, dos relacionamentos amorosos ultimamente, não deixe de comentar Ok?! Curta, compartilhe e dê um plus em G+1
“Na verdade, você não pensa no fato que estamos evelhecendo. Primeiro
porque envelhecemos junto com o outro, e quando você vê muito uma
pessoa, você não percebe esse tipo de mudança. Por exemplo, você não
percebe que está com uma ruguinha aqui, e que no outro dia está um pouco
maior. Não, esse tipo de coisa simplesmente acontece. Você não presta
atenção nesse tipo de coisa. Não percebe isso. Quero dizer, você não
fica pensando todo dia, “oh, meu marido tem 83 anos, vai fazer 84, oh
meu deus, estou casada com um homem velho.” E espero que ele pense dessa mesma forma do que eu.” (Angie Terranova, Nova York)
“A gente se conheceu num baile, era janeiro de 1938. Meu amigo me
convidou para a festa e disse que teria um monte de jovens bonitas. Um
outro soldado de botas de cano alto se aproximou dela, mas como ela não gostava de botas desse tipo, ela disse não para ele. Eu fui o
segundo a me aproximar dela, com uma roupa diferente, mas até hoje ainda
não sei se foi a minha vestimenta ou o meu rosto que fez com que ela se
sentisse atraída por mim.” (Yevgeniy Kissin, Brooklyn)
“Eu era o tipo de garota que se apaixonava rápido. No dia seguinte, eu
sempre saia correndo para contar para minha amiga que eu estava
apaixonada. Mas depois do primeiro encontro com Sol, eu não me senti
assim. Acho que isso só serviu para provar que a gente não deve julgar
pela primeira impressão. Pode parecer que não vai dar certo, mas conforme você vai conhecendo a pessoa, o amor chega.” (Gloria Holtzman, Brooklyn.)
“Eu estava com problemas na escola porque tinha que fazer um trabalho
sobre música e nunca tinha escrito nada sobre o assunto. Minha mãe então
sugeriu que eu fosse falar com David, porque ele sabia muito de música. Então fui lá com a esperança de que ele aceitasse
escrever para mim! Ele disse que não faria para mim, mas que me ajudaria
a escrever o trabalho. Ele sempre foi muito exigente. Depois que
escrevemos o texto juntos, ele me convidou para ir à uma festa de um de
seus amigos do exército. Sabe, eu nunca tinha olhado para ele com
segundas intenções. E ele olhou para mim da forma que um homem que acabou de sair do exército olharia para qualquer mulher sexy” (Gloria Holtzman, Brooklyn)
“Nós nos conhecemos antes da guerra, mas nunca havíamos nos falado. Ele
estava com outras mulheres, porque era muito mais velho do que eu e
muito bonito! Era mais alto e era dono de um lugar onde fazia ternos. Quando voltamos da guerra ele foi à casa da minha irmã, e eu
estava passando um tempo com ela. Em agosto, faremos 63 anos de casados.
Posso dizer que o amor veio pouco a pouco, não de uma vez só. Éramos
jovens e ele era muito mais velho do que eu, mas eu gostava dele. Ele
falava comigo de um jeito muito agradável.” (Golda Pollac, Brooklyn)




