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Grupo 'Coletivo Instrumento de Ver' se apresenta a partir da semana que vem |
Estudos de Aproximação traz à luz questões para a reflexão sobre o distanciamento imposto pela pandemia, as aproximações que se fazem necessárias, os desafios e adaptações aos meios tecnológicos e digitais, bem como a bolha social criada para sobreviver ao flagelo atual.
Nesta obra, o coletivo circense Instrumento de Ver se lança em novos experimentos virtuais acompanhado de vidros, fios e as tecnologias, como mandinga, para trazer o público para mais perto. As artistas buscam os encontros e lidam constantemente com os desencontros impostos no momento pandêmico que teima em não passar, sempre no limite do equilíbrio e da conexão.
No dia 18/07, às 16h, lançamento com roda de conversa sobre o espetáculo no canal youtube do Sesc Brasil. E nos dias 19 a 21 e 26 a 28 de julho, as apresentações do espetáculo no zoom, às 20h, sendo necessário retirar ingressos para participar pelo site do sesc.com.br/palcogiratorio.
No dia 29, acontece o Pensamento Giratório, com apresentação do Quarta Parede (PE) junto com Estudos de Aproximação (DF), Homens Pink (SC) e Abian (BA), com exibição no canal do Sesc Brasil, às 16h. O Quarta Parede, Laboratório de Produção de Textos e Podcasts, consiste em um workshop online e gratuito voltado para a leitura, interpretação e análise crítica dos espetáculos da programação do Palco Giratório 2022, resultando na produção de conteúdo para internet nos formatos de texto e áudio.
A realização dessa formação no contexto do Palco Giratório fortalece a iniciativa de um projeto cultural que já promove o acesso à cultura e ao pensamento crítico, valorizando as manifestações culturais locais e interagindo com os públicos desse evento. Por meio dessas ações, pretende-se impactar numericamente na quantidade de pessoas frequentando espetáculos, mostras e festivais e produzindo conteúdos sobre linguagem cênica.
Sobre o Palco Giratório
O projeto é realizado em quatro etapas, começou em maio e vai até novembro. Em cada uma, três trabalhos serão apresentados. Além das exibições de espetáculos, haverá ‘ativações cênicas’, conversas digitais com os artistas antes da estreia dos trabalhos na programação, ‘intercâmbios’ online entre os artistas nacionais e locais, oficinas de crítica que percorrerá todas as etapas.
O público vai ser apresentado a 12 obras cênicas digitais e 1 proposta de mediação cultural produzidas no período da pandemia de Covid 19. O Palco Giratório vai revisitar e permitir a experimentação de tais obras como oportunidade para refletir sobre os impactos dessas criações, que usaram meios digitais na produção cênica.
As transmissões serão diferenciadas, mas todas ocorrerão em ambiente virtual. Em 2022 serão realizadas 162 apresentações artísticas e 200 ações formativas. Também ocorrerão apresentações de artistas e grupos locais, em formato digital ou presencial, nos estados brasileiros e no Distrito Federal. Ao longo do ano, será mobilizado um conjunto aproximado de 103 coletivos artísticos de todo o país.
Para mais informações e programação completa, acesse o site: www.sesc.com.br/
SERVIÇO 18/07 16h Roda de conversa sobre o espetáculo, disponível em: youtube.com/SescBrasil
19 a 21 e 26 a 28/07 20h Apresentações do espetáculo na plataforma zoom, necessário retirar ingressos para participar pelo site do sesc.com.br/palcogiratorio.
29/07 16h Pensamento Giratório - Quarta Parede (PE) com Estudos de Aproximação (DF), Homens Pink (SC) e Abian (BA). Exibição no canal do Sesc Brasil, disponível em: youtube.com/SescBrasil |
Contaí Summit chega a sua 2ª edição com a presença da Avon para incentivar o empreendedorismo LGBTQIAP+
Marca promoveu debate sobre oportunidades no mercado da beleza; Vitor diCastro, Tássio Santos, Bruniely Lemos e Eva Pires foram convidades da Avon e compartilharam suas experiências em empreendedorismo
São Paulo, 12 de julho de 2022 – O Contaí Summit chegou à sua segunda edição nesta segunda-feira (11), reunindo lideranças e empresários para fomentar oportunidades e conexões estratégicas para profissionais LGBTQIAP+. A Avon marcou presença não só como patrocinadora, mas também em painéis relevantes do evento.
“Como uma empresa que há 136 anos estimula o empoderamento por meio do empreendedorismo, reconhecemos a força do modelo de venda por relacionamento para transformar vidas, especialmente em uma sociedade tão desigual. É por isso que queremos expandir ainda mais essa potência, investindo em iniciativas de diversidade e inclusão para que grupos subrepresentados na sociedade possam ter acesso à independência financeira e realizar seus objetivos e sonhos durante o ano inteiro”, afirma Diego Santelices, gerente de mídia e conteúdo da Avon.
Em debate no painel “Quando a beleza vira oportunidade”, a marca convidou o ator e influenciador digital Vítor diCastro, Tássio Santos (jornalista de beleza, creator e dono da plataforma Herdeira da Beleza), Eva Pires (Representante de Beleza Avon) e Raquel Virgínia, cantora, mulher trans e CEO da Nhaí, para relatarem suas experiências de empreendedorismo e abordaram as possibilidades profissionais existentes no mercado da beleza para o público LGBTQIAP+.
Painel Avon / Divulgação Nhaí
Vítor iniciou a conversa contando a sua história com a Avon, que sempre foi uma referência em sua vida, pois seu pai trabalhava na empresa e sua mãe usava frequentemente os produtos. “Quando virei ator, aprendi a me maquiar e todos os produtos que eu usava eram da Avon. Quando falamos da nossa comunidade, sabemos como a maquiagem faz diferença. No meu caso, ela fez parte do meu processo de libertação”. Ele destacou, também, a importância de pessoas LGBTQIAP+ ocuparem espaços no mercado de trabalho para que portas possam se abrir para o restante da comunidade.
Vítor diCastro / Divulgação Nhaí
Já Tássio destacou a importância da maquiagem para reivindicar sua própria existência e como é relevante que empresas como a Avon estejam revisitando seus portfólios de produtos para incluir mais tons de pele. “Minha geração não tinha internet como hoje, então a TV dominava a comunicação de massa. Cresci com referências não tão positivas de homens negros maquiados. As pessoas usavam a minha aparência, o meu jeito de ser, para me ofender, então não me via trabalhando no mercado de beleza, principalmente na frente das câmeras e passando maquiagem. Hoje, vejo o Herdeira da Beleza como uma grande contribuição social”.
Tássio Santos / Divulgação Nhaí
Para Eva, que se identifica como travesti, a maquiagem da Avon teve um papel fundamental em sua trajetória de transição de gênero. Durante a pandemia, ela decidiu que se tornar uma Representante da Beleza Avon, pois havia ficado sem trabalho. “Eu sou professora de dança e, com a pandemia, precisei ficar em casa. Ser Representante me deu a oportunidade de me sustentar durante esse período. Comecei revendendo para amigas e conhecidas e depois fui expandindo para a internet. Primeiro no Instagram, publicando vídeos curtos sobre produtos, e depois em outras plataformas de vendas”. Ela também mencionou como voltar a usar maquiagem pela primeira vez depois de adulta também fez com que se enxergasse verdadeiramente. “Era quem eu procurava a vida toda. Claro que a maquiagem não é quem eu sou, mas ela mostrou o caminho para eu chegar até onde eu queria”.
Eva Pires / Divulgação Nhaí
Enquanto isso, Raquel evidenciou a importância do pensamento estratégico para a construção de empreendimentos de sucesso, dentro da perspectiva de uma pessoa LGBTQIAP+. “Eu sempre me planejo para momentos em que vou lidar com transfobia, racismo. Isso não quer dizer que lido bem com isso, apenas que sou realista. Dentro dessa realidade, preciso entender que vou entrar em salas de negócios e serei subestimada, então construo estratégias para minhas reações. A primeira pode ser educar, se esses executivos ou essa marca forem importantes para mim do ponto de vista do negócio”. Sua empresa nasceu, justamente, diante da constante necessidade de educar as pessoas. “Podemos transformar isso em uma oportunidade de negócio. Esse evento nasceu com esse objetivo: pensar estrategicamente”.
Raquel Virginia / Divulgação Nhaí
Presidente da Associação Transbordamos e Representante da Beleza Avon, Bruniely Lemos esteve presente no painel “O desafio da pesquisa nº 2: Metodologia da pesquisa + A beleza como oportunidade”, que veio logo em seguida, para discutir sobre os dados de estudo inédito sobre o cenário do empreendedorismo LGBTQIA+ no Brasil, resultado da parceria entre Nhaí, AlmapBBDO e a plataforma de pesquisas On the Go. Bruniely, que também é mulher trans, evidenciou a importância de começar a empreender por meio da Avon para ampliar seus horizontes profissionais. “Quando a gente vê pessoas LGBTQIAP+ se encontrando para fazer e falar de negócios? Para falar de um mercado de trabalho que nos exclui. Um evento como esse é muito importante porque mostra que não estamos sozinhos”.
Bruniely Lemos / Divulgação Nhaí
O Contaí Summit é uma realização da Nhaí, diversitech de inovação e projetos em diversidade.
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Sobre a Avon: Avon, parte do grupo Natura &Co desde 2020, é uma das maiores empresas de venda direta no mundo. Fundada em 1886, trabalha pela elevação da autoestima, democratização da beleza e a promoção do empreendedorismo feminino. Desde 1958 no Brasil, concentra no país sua maior operação, com mais de um milhão de Representantes da Beleza Avon. Avon é mais do que uma empresa de beleza: é um movimento global pela autonomia das mulheres, com um modelo de negócios ancorado na inovação, geração de oportunidades e na ampliação de suas habilidades empreendedoras, com o objetivo de fortalecer as economias e impactar positivamente a sociedade. Seu portfólio diverso inclui produtos inovadores e de alta tecnologia, com marcas reconhecidas mundialmente como as linhas de maquiagem Avon e Color Trend, as linhas de cuidados Renew e Avon Care e os perfumes Far Away e 300km. Além disso, suas revistas também oferecem diversos itens para Moda & Casa. Para obter mais informações sobre a Avon, visite o site: www.avon.com.br.
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Fabiane Pereira recebe Lucio Mauro Filho no terceiro episódio do quadro "O que tem na minha sacola?", no canal Papo de Música
“Eu, Paul McCartney e Maria Bethânia somos do dia 18 de junho” é uma das frases que saltam do papo entre a apresentadora Fabiane Pereira e o ator Lucio Mauro Filho, quando o artista explica sua conexão com a música. Na sequência dos dois primeiros episódios do quadro “O que tem na minha sacola?”, no qual a jornalista recebe diversas personalidades para contar sobre suas lembranças musicais afetivas, a conversa com o ator e músico carioca, hoje também líder da banda fixa do programa Caldeirão, da Rede Globo, mostra como começou a paixão do convidado pela música. O bate-papo já está disponível no canal Papo de Música, no YouTube (assista aqui).
Filho do ator e humorista Lucio Mauro e enteado de Arlete Salles, Lucinho, como é carinhosamente conhecido, cresceu em um ambiente rodeado de artistas, já com a vontade de atuar desde a infância. A paixão pela música, por sua vez, começou no momento em que sua mãe, Ray Luiza Araujo Barbalho, lhe ensinou os primeiros acordes de uma canção qualquer no violão. “A gente recebia os LPs daquelas amostras invendáveis de todo tipo de música. Mas se hoje eu estou tocando de tudo, não é só porque eu corri atrás, mas, sim, por ser a minha formação. Eu ouvia de tudo um pouco. Queria abrir e escutar todos os discos, e aquilo aguçou os meus ouvidos e me protegeu de preconceitos”, conta o artista.
Lucinho conta que as artes das capas dos LPs sempre despertaram sua curiosidade. O caráter cinematográfico da imagem de Meus Caros Amigos (1976), de Chico Buarque, é um dos fatores que o fez selecionar o disco como um de seus objetos. Ele chama atenção para a dramaticidade da canção "O Que Será (À Flor da Terra)", que vem com o ‘bônus’ de poder escolher Chico e Milton Nascimento ao mesmo tempo, segundo o ator. O próximo disco tirado sacola de Lucinho é Outras Palavras (1981), de Caetano Veloso. Ele responsabiliza o layout dourado furta-cor na capa por seduzi-lo. “Minha mãe nasceu na Bahia, então os artistas baianos todos frequentavam nossa vitrola. Mas esse disco tem uma estética muito doida, com esse homem te olhando, sensual, esse pavão aqui atrás. É de uma sensualidade”, completa.
Na sequência, o convidado apresenta o álbum Radioatividade (1983), da banda Blitz. Este se mistura com sua vida de ator e músico por ser um grupo criado nos palcos de um teatro, com a companhia “Asdrúbal Trouxe o Trombone”. Enquanto apresenta os objetos da sua sacola, Lucio entoa algumas canções dos músicos escolhidos. O humor, a leveza e o ritmo ditam o papo e se estendem para o resto da primeira temporada, que ainda terá mais seis novos episódios. Os vídeos vão ao ar quinzenalmente, às terças-feiras, e o próxima chega ao canal Papo de Música no dia 26 de julho, com a atleta olímpica carioca Carol Solberg.
Assista ao terceiro episódio do quadro “O Que Tem na Minha Sacola?” aqui
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Fabiane Pereira e Lucio Mauro Filho Créditos: Sergio Rodrigues |



