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Rede de franquia de tratamentos estéticos em harmonização facial e corporal espera abrir mais 159 unidades até dezembro
Com a premissa de que a beleza é para todos, a Royal Face, rede de franquia especializada no segmento de tratamentos estéticos em harmonização facial e corporal, planeja passar de 191 clínicas para 350 até o fim deste ano, alcançando crescimento em operações na ordem de 83% (159 unidades a mais), com a expectativa de faturamento de 300 milhões de reais.
A projeção é reflexo, principalmente, das facilidades que a marca disponibiliza, dando a oportunidade a todos, por meio do Carnê da Beleza, que permite o parcelamento dos procedimentos em 24 vezes. Há quatro anos no mercado, a Royal Face já realizou mais de 1,2 milhão de procedimentos, em uma rede que une mais de 500 mil clientes.
Fundada pela cirurgiã dentista Andrezza Fusaro, profissional apaixonada pelo mercado de beleza e especializada em aplicação de botox, preenchedores faciais e fios de sustentação, a franquia está presente em 23 estados com 191 unidades inauguradas. “Sem dúvida a acessibilidade ao tratamento com o Carnê da Beleza, parcelando os procedimentos em 24 vezes, foi o carro-chefe para o grande crescimento da Royal Face nos 4 anos de operação”, afirma Fusaro.
O crescimento da marca é tanta que, no mês passado, foi anunciada a chegada de Flávia Alessandra e Otaviano Costa como novos sócios e membros do conselho de marketing. Além disso, a rede participou, pela primeira vez, da 39ª edição do CIOSP – Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, no fim de junho.
A franquia, lançada em novembro de 2018 pela UP Franquias dos sócios Mauri Torres, responsável pela expansão, Rodolfo Alves, pela implantação e Rodrigo Boreli, atual CEO, hoje é a maior rede de clínicas de harmonização facial do Brasil. “Temos mais de 5 mil colaboradores entre diretos e indiretos, e tenho muito orgulho da minha trajetória, pois todas as conquistas foram adquiridas sem investidores, sem herança, somente com trabalho próprio”, conclui a fundadora da Royal Face.
MUNDO DAS FRANQUIAS – O volume de franquias no setor de segmento de saúde, beleza e bem-estar apontou crescimento de 13,4% no número de unidades abertas neste primeiro trimestre, quando comparado com o mesmo período do ano passado, passando de 8.591 para 9.744 unidades no país (1.153 a mais), segundo o último levantamento da ABF (Associação Brasileira de Franchising).
Royal Face – Estética Facial e Corporal
Instagram: @royalfaceoficial
Site: https://royalface.com.br/
Royal Face Divulgação |
com espetáculo que marcou a estreia do grupo e unia música e poesia, no Centro Cultural São Paulo
“Raíces de América: Drummond, Neruda, Cortázar, Meireles y Galeano”. Foi exatamente com esse show que exaltava a música, a poesia e a cultura latina, que o grupo Raíces de América iniciava sua carreira, há quatro décadas. E para celebrar essa data, a banda volta aos palcos com o mesmo espetáculo, no dia 31 de julho, às 18 horas, no Centro Cultural São Paulo.
O retorno de Raíces de América também marca a estreia de Nicole Bueno, que assume, junto com Fabian Famin, os vocais em substituição à cantora Miriam Miràh, que faleceu em 2022 e esteve à frente do grupo nas últimas duas décadas sendo considerada uma das maiores vozes da música latinoamericana.
Durante essa apresentação antológica, haverá inserções pontuais da atriz Elizete Gomes com poemas e textos dos autores que dão nome ao espetáculo, e que trazem em suas obras, a diversidade e pluralidade cultural do continente, como os brasileiros Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meireles, o chileno Pablo Neruda, o argentino Júlio Cortázar e o uruguaio Eduardo Gaelano. No repertório, clássicos da música latina como Volver a Los 17, Los Hermanos, Solo le Pido a Dios, Todo Cambia e sucessos do grupo como Fruto do Suor, com a qual Raíces conquistou o segundo lugar no Festival MPB Shell 1982.
A atual formação do Raíces de América conta com Willy Verdaguer (direção musical, baixo e voz), Fabian Famin (primeira voz masculina), Nicole Bueno (primeira voz feminina), Jara Arrais (violão, charango e voz), Chico Pedro (quena, zampoña, tarkas, ocarinas, flauta transversal e voz), André Perine (guitarra e voz), Jica Thomé (percussão e voz) e Abner Paul (bateria e voz).
O projeto foi contemplado pelo EDITAL DE FOMENTO A PROJETOS ARTÍSTICOS CULTURAIS DESCENTRALIZADOS DE MÚLTIPLAS LINGUAGENS para a cidade de São Paulo — Secretaria Municipal de Cultura.
SERVIÇO - Raíces de América: Drummond, Neruda, Cortázar, Meireles y Galeano
Data e horário: 31 de julho, domingo, às 18 horas
Local: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
ESPETÁCULO GRATUITO – os ingressos serão distribuídos uma hora antes do show. Serão garantidos todos os cuidados e recomendações vigentes referentes ao coronavírus, como máscaras e distanciamento.
Sobre Raíces de América
Em 1980, o empresário Enrique Bergen, argentino radicado no Brasil, reuniu um time formado por argentinos, brasileiros e chilenos, tendo a lendária Mercedes Sosa como madrinha. O Raíces de América estreou em São Paulo com o espetáculo que unia música latino-americana e poesia, declamada pela atriz Isabel Ribeiro. O show, que foi dirigido pelo consagrado diretor Flávio Rangel, deu origem ao primeiro disco do grupo, lançado pelo selo Eldorado.
Em 1982, o grupo emplacou um dos seus principais sucessos: Fruto do Suor. A canção, composta por seus integrantes, foi a segunda colocada no Festival MPB Shell, promovido pela Rede Globo. Desde então, tornou-se o hino dos imigrantes latinos que vivem no país e passou a ser obrigatória nos shows realizados em todo o Brasil e no Exterior. Nos anos seguintes, vieram produções assinadas por Mirian Muniz e Cláudio Luchesi. O Raíces de América conquistou imediatamente a simpatia do público brasileiro, especialmente dos estudantes, na época engajados nos movimentos Abertura e Diretas, não somente pela inegável qualidade de seus músicos, intérpretes e arranjos, mas, principalmente, pela arrojada concepção do espetáculo, que transitava por temas políticos, folclóricos, cotidianos e musicais da América Latina com extrema alegria, sensibilidade e bom gosto.
Além de shows pelo Brasil, o grupo realizou duas turnês pela Europa (Espanha, Holanda e Bélgica), tendo participação marcante no Festival Íbero Americano de Teatro de Cádiz (Espanha). Em sua história, colecionou inúmeras parcerias com artistas consagrados internacionalmente como Mercedes Sosa, Pablo Milanês, Chico Buarque, Milton Nascimento, Renato Teixeira e Dominguinhos. No repertório, registrado em 13 discos, há alguns clássicos do cancioneiro latinoamericano e brasileiro como Soy Loco Por Ti América, Fruto do Suor e Guantanamera, além de obras dos compositores Atahualpa Yupanqui, Daniel Vigliette, Violeta Parra, Chico Buarque de Holanda, Vinicius de Moraes, Geraldo Vandré, entre outros, além de composições próprias. Em seus mais de quarenta anos de existência, o grupo continua olhando para o interior de sua América do Sul. Cantando, como sempre cantou e cantará, a “esperanza” de América", que emana de todos seus povos e suas tribos.
Texto icônico questiona e põe em xeque a Igreja, a Justiça, a Força Militar e a Polícia.
Renato Carrera dirige o espetáculo a partir da recente e inédita tradução de Angela Leite Lopes.
Em cartaz até 31 de julho, a montagem instiga reflexão acerca da sociedade contemporânea a partir das questões de autoimagem e aparência.
"O Balcão", uma das obras-primas do brilhante e controverso francês Jean Genet (1910-1986), estreia dia 7 de julho no Teatro Arena do Sesc Copacabana. É a primeira encenação
profissional no Rio de Janeiro após a emblemática produção de Ruth Escobar, dirigida por Victor García, em São Paulo. Com direção de Renato Carrera, a nova montagem instiga uma reflexão acerca da sociedade contemporânea, com foco nas questões de representação, aparência e imagem. As apresentações vão até 31 de julho, de quinta a domingo. "O Balcão" se passa numa casa de prostituição onde os homens assumem suas fantasias a partir de estranhos e perversos jogos sexuais, encarnando as principais instituições de poder: a Igreja, a Justiça, a Força Militar e a Polícia. Enquanto isso, uma rebelião popular acontece nas ruas, ameaçando a estabilidade social. Escrita em 1956, a peça expõe, com implacável lucidez, a lógica perversa das instituições da sociedade burguesa.
"O Balcão tem um diálogo estreito com o nosso tempo. Somos monitorados por câmeras o tempo inteiro. Nossas vidas são reguladas pela imagem que postamos nas redes sociais. Quem somos? O que queremos ser? Propomos uma reflexão sobre nossa sociedade, construída a partir de imagens falsas, onde o indivíduo se mostra feliz e livre, apesar da dor e da pobreza existentes em um país extremamente desigual, onde não sabemos mais quem nos comanda e em quais instituições de poder podemos confiar. Genet nos desestrutura para podermos avançar e questionar o que já está estabelecido", diz Renato Carrera, um dos responsáveis pela idealização da nova montagem, ao lado de Alexandre Barros e Carmen Frenzel. Eles iniciaram as pesquisas de "O Balcão" em 2019. Em 2021, lançaram o espetáculo online "Por Detrás de O Balcão", recentemente indicado ao Prêmio APTR de Ator Jovem Talento pelo trabalho do ator Yumo Apurinã. Agora seguem a parceria com a montagem presencial do espetáculo.
Em cena estão dez atores: Alexandre Barros, Andreza Bittencourt, Carmen Frenzel, Fernanda Sal, Ivson Rainero, Jean Marcel Gatti, José Karini, Lucas Oradovschi, Ricardo Lopes e Yumo Apurinã.
SINOPSE
O Balcão, de Jean Genet, é ambientado em uma grande casa de prostituição de luxo frequentada por bispos, juízes, militares, policiais e políticos, servindo de metáfora para os bastidores da atual sociedade brasileira. Enquanto uma revolução ameaça tomar conta do reino, fregueses do bordel, o Grande Balcão, satisfazem suas mais secretas fantasias de sexo e poder, representando as figuras que compõem a mitologia da sociedade e que são responsáveis pela ordem estabelecida.
Irma é a dona do Balcão, o sofisticado prostíbulo que oferece aos clientes a possibilidade de vivenciarem suas fantasias, interpretando papéis que, talvez, desejam ocupar dentro da sociedade. Suas prostitutas são uma espécie de co-participantes das "cenas", tornando mais palpável a realização do desejo de seus clientes. Um Bispo, um Juiz e um General abençoam, julgam e cavalgam suas ilusórias manifestações através de seus desejos não sucumbidos. Porém, uma revolta está prestes a estourar. Irma teme pelos seus clientes e por seu Balcão, mantido graças ao seu bom relacionamento com o poder estabelecido. E é de dentro de sua casa que sai a traidora, Chantal, que mais tarde se tornará o símbolo da revolução.
Com a revolução chegando às portas do Balcão, cria-se a expectativa de que o jogo de papéis seja enfim destruído e a liberdade de "ser" possa finalmente retornar. Através desses jogos de opostos, com um revolucionário que deseja o papel do chefe de polícia ou a heroína que passeia com a morte, aos clientes não resta outra alternativa a não ser continuar vivenciando seus promíscuos papéis enquanto "O Balcão" se rearranja, para que as ilusões continuem ad eternum. Talvez os atores possam mudar, mas as personagens e os papéis sociais continuarão lá, sendo oferecidos para quem os desejar. A peça é de uma beleza poética e de uma ironia ácida que deixa o espectador atônito, reflexivo e, por vezes, incomodado por perceber que aqueles jogos sórdidos de fato acontecem e sempre aconteceram, com naturalidade, na vida real.
Um paralelo com o Brasil atual nos coloca numa situação semelhante, escancarando, sem disfarces, as proezas nada fantasiosas de nossos governantes e adjacentes. Vivemos em um imenso balcão de trocas, falcatruas e imoralidades. Jean Genet, de seu lugar dolorosamente privilegiado, quebrou pactos para escancarar como ele enxerga a sociedade. Cabe a nós decidir: continuar a aceitar o papel que nos é imposto ou sermos protagonistas de nós mesmos?
RENATO CARRERA foi premiado por diversos espetáculos, como "Vestido de Noiva", de Nelson Rodrigues, Prêmio Questão de Crítica 2013 como Melhor Espetáculo. Em 2016 ganhou o mesmo prêmio como Melhor Ator por "O homossexual ou a dificuldade de se expressar", de Copi, com o Teatro de Extremos, ano em que também foi indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor por "Abajur lilás", de Plínio Marcos. Recebeu nesse mesmo ano todas as indicações a prêmios como ator e diretor (indicado aos prêmios Cesgranrio e APTR como Melhor Ator por "O Homossexual ou a dificuldade de se expressar"). Em 2010 dirigiu "Savana Glacial", de Jô Bilac, Prêmio Shell de Melhor Texto. Em 2018, dirigiu "Malala, a menina que queria ir para a escola", indicado ao Guia Folha de SP como Melhor Espetáculo Infantil do Ano, com temporadas por todo Brasil, vencedor de Melhor Produção do Prêmio CBTIJ RJ. Assinou a direção de "Gisberta" com Luis Lobianco e escreveu "Vim assim que soube", onde também atuou, sob a direção de Marco André Nunes. O trabalho foi indicado ao Prêmio Shell de Melhor Trilha Sonora para Felipe Storino. No início de 2020 escreve, dirige e atua em "Ielda – Comédia trágica", no Teatro Sesi e Petra Gold – RJ, sucesso de público e crítica. O trabalho rendeu um artigo na revista Veja Rio. Dentre seus principais trabalhos como diretor, podemos citar "Dois amores e um bicho", de Gustavo Ott, com o grupo Clowns de Shakespeare. Como ator fez parte da Cia. Teatral do Movimento durante 10 anos (2003-2013), sob a direção de Ana Kfouri. Já participou de mais de 50 espetáculos nos seus 33 anos de carreira.
FICHA TÉCNICA
Texto: Jean Genet
Idealização: Alexandre Barros, Carmen Frenzel e Renato Carrera
Direção: Renato Carrera
Elenco: Alexandre Barros (Juiz), Andreza Bittencourt (Carmen), Carmen Frenzel (Irma), Fernanda Sal (Mulher e Enviado), Ivson Rainero (General), Jean Marcel Gatti (Revolucionário e Escravo), José Karini (Chefe de Polícia), Lucas Oradovschi (Carrasco e Roger), Ricardo Lopes (Bispo) e Yumo Apurinã (Chantal)
Tradução: Angela Leite Lopes
Assistente de Direção: Jean Marcel Gatti
Cenário e Direção de Arte: Daniel de Jesus
Figurino: Maria Duarte
Produção de Figurino: Márcia Pitanga
Caracterização: Mona Magalhães
Assistente de Caracterização: Everton Cherpinski
Iluminação: Renato Machado e Maurício Fuziyama
Programação Visual e Vídeos-Projeções: Daniel de Jesus
Trilha Sonora: Gustavo Benjão
Fotografia: Sabrina da Paz
Filmmaker: Sandro Demarco
Assessoria de Imprensa: Júnia Azevedo (Escrita Comunicação)
Redes Sociais: Lucas Gouvêa
Produção: Gabriel Garcia
Assistente de Produção: Isabella Ferreira
Realização: A Palavra Forte Produções Artísticas
Apoio: Bossa Rio, Café Manuedu, Rádio Roquette Pinto e Restaurante La Fiorentina
SERVIÇO
Temporada: 7 a 31 de julho 2022, de quinta a domingo (dias 7, 8, 9, 10, 14, 15, 16, 17, 21, 22, 23, 24, 28, 29, 30 e 31/07)
Horário: 19h
Ingressos: R$ 7,50 para comerciários; R$ 15,00 para jovens de até 21 anos, estudantes e maiores de 60 anos; e R$ 30,00 para os demais - vendas na bilheteria do teatro
Local: Teatro Arena do Sesc Copacabana
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160 - Rio de Janeiro
Classificação etária: 18 anos
Duração: 140 min
Toda quarta, até 31 de agosto, peça traz textos de amor, solidão e devaneios filosóficos com uma lucidez desconcertante e uma combinação rara de leveza e intensidade.
Após cada espetáculo, haverá um bate-papo com poetas, professores e amantes das letras.
De 3 a 31 de agosto, as paredes do Teatro Municipal Café Pequeno, no Leblon, reverberarão a força do texto de uma das maiores poetas brasileiras da atualidade: a mineira Ana Martins Marques. Com direção de Isaac Bernat, música original e voz de Soraya Ravenle e atuação de Paula Furtado, o monólogo “Tenho Quebrado Copos” reúne poesias de três livros da autora. Graduada em Letras, doutora em Literatura comparada pela UFMG, Ana Martins Marques ganhou alguns dos mais prestigiados prêmios de literatura da língua portuguesa. Depois de uma temporada de sucesso no Teatro Poeira, a peça segue agora para o Café Pequeno (a três minutos da estação de metrô Jardim de Alah), toda quarta, às 20h. Ao final de cada sessão, haverá um encontro com poetas, professores e amantes das letras.
A ideia da peça é levar ao teatro um texto poético de grande qualidade, capaz de encantar, divertir e fazer pensar. Com duração aproximada de 50 minutos, o espetáculo fala de amor, solidão, devaneios filosóficos, entre outros temas existenciais. São recortes de poemas contidos nos livros “Risque esta Palavra” (2021), “O livro das Semelhanças'' (2015, terceiro lugar no prêmio Oceanos) e “Da Arte das Armadilhas” (2011, vencedor do prêmio da Biblioteca Nacional), todos de Ana e editados pela Companhia das Letras.
A ideia do monólogo surgiu do próprio Isaac, que conheceu a obra da poeta por acaso. “Estava ouvindo o podcast Foro de Teresina. No final, eles sempre dão uma dica cultural. Eles falaram tão bem e com tanto entusiasmo dela, que fiquei curioso e comprei o livro. Foi um impacto indescritível”, contou o diretor. “O encontro com o texto de Ana acendeu dentro de mim o desejo de partilhar com o público a sutileza, a beleza e o frescor de sua obra. Aí pensei imediatamente na Paula Furtado, que incorpora essa mesma força visceral”, afirmou o diretor.
SINOPSE
Apresentação de teatro e poesia a partir da obra de Ana Martins Marques, revelação da literatura brasileira. Com direção de Isaac Bernat e música e voz de Soraya Ravenle, a atriz Paula Furtado diz poemas da premiada poeta, que escreve sobre a vida, o amor e a solidão, com uma combinação rara de leveza e intensidade. Um espetáculo para encantar, divertir e fazer pensar.
QUEM SÃO
Isaac Bernat - DIRETOR
Carioca, 61 anos, Isaac é formado em Jornalismo e Doutor em Teatro pela Unirio. É professor de interpretação da Faculdade CAL de Artes Cênicas e do curso de pós-graduação lato senso “Literatura e Pensamento Contemporâneo na PUC-Rio. Publicou em 2013 o livro "Encontros com o griot Sotigui Kouyaté" pela editora Pallas. Dirigiu cerca de 60 peças de teatro, estando entre as mais recentes “Cora do Rio Vermelho”, de Leonardo Simões, em cartaz no Poeira; O Encontro - Malcolm X e Martin Luter King JR” de Jeff Stetson, "Deixa Clarear", de Marcia Zanelatto; “Rosa e a Semente”, grupo Pedras e Isaac Bernat; "Por Amor ao Mundo, um Encontro com Hanna Arendt" de Marcia Zanelatto; "Desalinho", de Marcia Zanelatto"; "Lili - uma história de circo" de Licia Manzo; "Deixa Clarear", de Marcia Zanelatto; "Calango Deu – Os Causos de Dona Zaninha” de Suzana Nascimento; entre outras. Como ator em teatro, destacam-se suas atuações em: “Pá de Cal”, de Jô Bilac, direção Paulo Verlings, CCBB; "Agosto", de Tracy Letts, direção de Andre Paes Leme, Oi Futuro Flamengo; "Incêndios", de Wajdi Mouawad, direção de Aderbal Freire Filho; “Jantando com Isabel”, de Furio Lonza, direção de Henrique Tavares; “Mulheres Sonharam Cavalos”, de Daniela Veronesi, direção de Ivan Sugahara; “Mão na Luva, de Vianinha, direção de Rubens Camelo; “A Arte de ter Razão”, de Manoel Prazeres, direção de Vitor Lemos; “Cine-Teatro Limite, de Pedro Brício; “A Falecida”, de Nelson Rodrigues, direção de João Fonseca. Atuou também em TV, minisséries e cinema. Entre prêmios destacam-se: Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator (1995) por "As Aventuras de Pedro Malazartes"; Prêmio Botequim Cultural de 2014 de Melhor Ator por “Incêndios”; Prêmio Zilka Salaberry de 2014 de Melhor Direção por “Lili, Uma História de Circo”; Prêmio Aplauso de Melhor Elenco de 2014 por “Incêndios”; e Prêmio Zilka Salaberry de Melhor Texto 2018; entre outros.
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/
Paula Furtado - ATRIZ
Atriz brasiliense, bacharel em Artes Cênicas pela CAL (2018), formada com o espetáculo “Não Adianta Morrer”, dirigido por Diogo Liberano. Iniciou os estudos em artes cênicas, em 2012, pela Universidade de Brasília. Além de atriz, é pesquisadora de perna-de-pau, poesia, corpo-movimento e palhaçaria. Protagonizou o premiado curta-metragem universitário “Dani”. Atriz no filme “Nada de Bom Acontece Depois dos 30”, de Lucas Vasconcelos, selecionado para exibição no segmento “Short film corner”, do festival de Cannes 2021. Participante da Segunda Semana do Núcleo de Dramaturgia Firjan Sesi 2018, com o espetáculo “Parto”, de Isadora Krummenauer e direção de Mariah Valeiras, projeto do qual faz parte até hoje. Atriz e criadora do projeto Uma Película, que desde 2019 pesquisa a memória e o relato a partir de dispositivos analógicos, desenvolvendo experimentos cênicos, plásticos e audiovisuais, como curtas-metragens, colagens e bordados. Atriz na programação do 7o FESTU - Festival de Teatro Universitário do RJ - com o espetáculo “E Agora, Aonde Vamos?”, dirigido por Eduardo Vaccari. Atriz nos espetáculos teatrais “Até a Próxima Estação”, de Nelson Yabeta; “O Caos Reina”, de Pedru Maia; e na peça de palhaçaria “Que Zeus Nos Acuda”, de Lígia Caboclo e Rafael Senna.
Link: https://furtadospaula.wixsite.
Ana Martins Marques - ESCRITORA
Ana Martins Marques nasceu em Belo Horizonte, em 1977. É formada em Letras e doutora em Literatura comparada pela Universidade Federal de Minas Gerais. Publicou os livros de poemas “A vida submarina” (Scriptum, 2009, Companhia das Letras, 2021), “Da arte das armadilhas” (Companhia das Letras, 2011), “O livro das semelhanças” (Companhia das Letras, 2015), “O livro dos jardins” (Quelônio, 2019), “Risque esta palavra” (Companhia das Letras, 2021), entre outros. Recebeu vários prêmios, entre eles o Prêmio Cidade de Belo Horizonte, o Prêmio Literário da Fundação Biblioteca Nacional e o 3º lugar do Prêmio Oceanos. Tem poemas traduzidos para o inglês, o espanhol, o italiano e o alemão. A editora Kriller71, sediada em Barcelona, lançou em 2019 uma tradução de “O livro das semelhanças” por Paula Abramo.
FICHA TÉCNICA
Texto: Poemas de Ana Martins Marques
Direção: Isaac Bernat
Atuação: Paula Furtado
Música Original e Voz: Soraya Ravenle
Voz Poema Prosa (I): Ana Martins Marques
Vozes em Off: Adelia Lachter, Júlia Bernat, Leticia Isnard, Louis Le Guerroué, Mateus Teixeira e Michel Gherman
Gravação e Mixagem da Trilha Sonora: Daniel Vasques
Operação de Som: Miguel Diniz
Fotos e Arte: Isabella Baptista e Paula Furtado
Assessoria de Imprensa: Júnia Azevedo (Escrita Comunicação)
Produção: Joyce Agacê
SERVIÇO
Espetáculo de teatro
Título: Tenho Quebrado Copos
Dias: 03, 10, 17, 24 e 31 de agosto de 2022 (quartas-feiras)
Local: Teatro Municipal Café Pequeno
Hora: 20h
End.: Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon - Rio de Janeiro
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada)
Duração: 45 min.
Capacidade: 90 pessoas
Classificação etária: 14 anos
Instagram: @tenhoquebradocopos
Compra online: https://linktr.ee/



