Atendendo a pedidos, SuperBar localizado na Vila Madalena recebe o grupo de pagode universitário de maior sucesso nos anos 2000 para um novo show, que promete ser ainda mais alegre e carregado de energia positiva
Depois de um show para lá de nostálgico, realizado no mês de setembro, e atendendo inúmeros pedidos da galera, a Praça A – SuperBar reconhecido como a casa de shows do Grupo Obará - anuncia a realização de mais um show do grupo Inimigos da HP, banda de pagode universitário que bombou em todo o país no início desse século.
O novo show já tem data marcada. Será no dia 1º de novembro, uma sexta-feira que promete entrar para a história! O grupo sobe ao palco da casa mais emblemática da Vila Madalena para uma noite cheia de magia, embalada por grandes sucessos que marcaram a trajetória da banda, como os hits "Toca um Samba Aí”, “Vem buscar o que é teu”, “Bons momentos” e “Eu quero me casar”, além de uma série de outras canções.
A galera que tem samba no pé e ama um pagodinho já pode anotar a data na agenda e garantir os ingressos, disponíveis a partir de R$ 40, pelo whatsapp da casa ou pelo Ticket 360,e reviver bons momentos ao som dos Inimigos da HP na Praça A.
Reconhecida como a casa de shows do Grupo Obará, a Praça A é um SuperBar de destaque na Vila Madalena com mais de 1.000m² de ambiente totalmente climatizado. O local conta com uma enorme variedade de torneiras de chope, além de um menu rico em opções saborosas de petiscos e deliciosos pratos da culinária asiática, que saem diretamente da cozinha do Go SushiBar, que é comandado pelo aclamado chef Fábio Eiji. Quem quiser aproveitar os shows com mais comodidade, pode reservar um dos 20 camarotes disponíveis na casa. Além disso, a Praça A tem toda a estrutura de acessibilidade preparada para atender ao público com dificuldades de locomoção.
De 29 de outubro a 2 novembro, o festival apresenta filmes brasileiros que passaram pelos principais festivais internacionais, como Cannes, TIFF e Veneza. Filme de abertura da edição 2024 é o “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, que será apresentado ao público votante da Academia do Oscar
16º Hollywood Brazilian Film Festival - Divulgação
De 29 de outubro a 2 de novembro, a 16º edição do Hollywood Brazilian Film Festival ocupará a cidade norte-americana de Los Angeles com os filmes brasileiros que mais tiveram destaque nos principais festivais internacionais.
O evento acontece no prestigioso Museu da Academia do Oscar, na Cinemateca Americana e no cinema indie de Los Feliz e traz para Los Angeles os atores Fernanda Torres e Selton Mello e os diretores Aly Muritiba (Cidade de Deus: A Luta Não Para), Erico Rassi (Oeste Outra Vez), Marcelo Caetano (Baby), Pedro Freire (Malu), e Pedro Kos (No Nosso Sangue).
“O cinema brasileiro está passando por um momento extraordinário, com cineastas criando obras ousadas e originais que capturam o espírito de nossa cultura. Estamos muito empolgados em trazer a diversificada programação deste ano para Los Angeles”, comenta Talize Sayegh, fundadora e diretora executiva do festival. “Nosso objetivo é amplificar as vozes de cineastas que trazem perspectivas únicas e sub-representadas para a tela", completa.
Filme '"Ainda Estou Aqui" abre a 16º edição do HBRFF - Cred Reprodução
“Ainda Estou Aqui” na abertura do Hollywood Brazilian Film Festival
Para a edição de 2024, o festival abre, mais uma vez, com o representante brasileiro na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar, o comentado “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles Logo depois da exibição, haverá um painel com a protagonista Fernanda Torres e o ator Selton Mello.
O longa, que é uma adaptação do livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva sobre sua mãe, Eunice Paiva, se passa no Brasil, na década de 1970. Na trama, uma mulher casada com um importante político precisa mudar sua vida completamente depois que ele é exilado durante a ditadura. A dona de casa se vê obrigada a virar ativista de direitos humanos após o desaparecimento de seu marido.
“Por meio do nosso festival, procuramos apoiar e inspirar projetos brasileiros e expandir a riqueza e diversidade do nosso país, promovendo a consciência cultural com produções pouco vistas nos Estados Unidos. A obra de Walter Salles será apresentada aos votantes do Oscar, por exemplo, potencializando sua visibilidade para o maior prêmio do mercado cinematográfico do mundo ”, explica Talize.
“Ainda Estou Aqui” reúne um elenco consagrado, com Fernanda Montenegro, indicada ao Oscar em 1998 por “Central do Brasil”, Fernanda Torres e Selton Mello.
Cinema indie de Los Feliz é um dos locais que recebem o HBRFF - Cred Marcos Daniel Ferreira
A programação de filmes do festival apresenta uma variedade de exibições em parceria com a Cinemateca Americana, no Los Feliz Theater e no Aero Theatres, incluindo estreias e obras de diretores veteranos e talentos emergentes. Os destaques incluem “Cidade; Campo”, dirigido por Juliana Rojas, que ganhou o prêmio de Melhor Direção no Encounters do Berlinale; o favorito do Sundance, “Malu”, dirigido por Pedro Freire; e “Baby”, dirigido por Marcelo Caetano, vencedor do prêmio da Semana da Crítica em Cannes.
O festival contará com uma exibição especial gratuita da série original completa da HBO “Cidade de Deus: A Luta Não Para” no dia 2 de novembro, seguida por um painel com o diretor Aly Muritiba. Esta série serve como uma continuação do aclamado filme de 2002, Cidade de Deus, originalmente adaptado por Bráulio Mantovani do romance de Paulo Lins e dirigido por Kátia Lund e Fernando Meirelles. A série é estrelada por Alexandre Rodrigues, Thiago Martins, Roberta Rodrigues, Sabrina Rosa, Edson Oliveira, Marcos Palmeira e Andréia Horta.
HBRFF tem o objetivo de amplificar as vozes de cineastas que trazem perspectivas únicas e sub-representadas para a tela, promovendo também encontros entre diferentes profissionais e visões cinematográficas - Cred Marcos Daniel Ferreira - Foto da edição de 2023
O festival também apresentará a segunda edição do Think Cinema Think Brazil Lab em colaboração com a SPCINE, que apoia seis cineastas indígenas, negros e LGBTQIA+ com mentoria de profissionais líderes da indústria de Los Angeles. Essa iniciativa reflete o compromisso do HBRFF em proporcionar oportunidades para talentos brasileiros e abordar a falta de representatividade na indústria do entretenimento brasileiro, em que apenas 2% dos profissionais são negros, apesar de 57% da população do Brasil se identificar dessa forma. No ano passado, a iniciativa gerou inúmeros sucessos. Participantes, como Tatiana Lohmann, conseguiram a oportunidade de apresentar sua série à NBC, Alicia Marcone ganhou uma bolsa na Stella Adler Academy, e Belize Moefeli teve a chance de apresentar sua comédia romântica à Film Land.
Este ano, o evento continuará a promover talentos emergentes através de seu laboratório de cinema. O vencedor do laboratório receberá representação exclusiva da renomada agência APA, um passo crucial para expandir sua carreira em Hollywood, além de assistência no processo de visto O-1, permitindo que eles tragam suas histórias únicas para um público global.
Seleção oficial de 2024 do HBRFF - Cred Reprodução
A seleção oficial de 2024 é composta por:
- “No Nosso Sangue” (Dir. Pedro Kos | Brasil | 2024 | 89’)
Sinopse: Uma jovem cineasta, Emilly, grava um documentário sobre seu reencontro com a mãe, depois de 10 anos afastada, mas a investigação acaba revelando perigosos segredos. Ela se junta ao cinegrafista Danny para registrar o momento, mas tudo muda quando a mãe desaparece misteriosamente, muito provavelmente por causa dos vícios e problemas que a fizeram abandonar o lar anos atrás.
Sinopse: O filme acompanha a história de duas mulheres que transitam entre a vida urbana e rural em busca de um novo começo. Após um desastre natural devastar suas terras, Joana (Fernanda Vianna), foge para São Paulo para tentar recomeçar do zero em um ambiente desconhecido. Enquanto isso, Flávia (Mirella Façanha), se muda com sua esposa Mara (Bruna Linzmeyer) para a fazendo de seu falecido pai, onde enfrentarão os desafios para se adaptar à vida no campo. A narrativa explora as transformações e desafios enfrentados pelas protagonistas em meio a novas paisagens e realidades, destacando a luta pela sobrevivência e a busca por identidade em contextos de ruptura e mudança.
- “Greice”(Dir. Leonardo Mouramateus | Brasil | 2024 | 110’)
Sinopse: Greice é uma jovem mulher brasileira estudando e trabalhando em Lisboa. Num dia de trabalho, ela conhece Alfonso, e essa relação vai ser o estopim para uma série de acontecimentos que a levam de volta a seu Ceará natal. Neste seu terceiro longa, Leonardo Mouramateus encontra uma forma extremamente precisa de conectar seus jogos de fabulações e espelhos, sempre passados nesta fronteira imaginária que une (e separa) Brasil e Portugal. Com seus diálogos mordazes, interpretados por um elenco cativante, o filme trata com notável leveza de temas complexos ao redor das identidades, e em especial das relações sociais e de gênero.
Sinopse: Baby é o apelido que Wellington (João Pedro Mariano) recebe. Ele é um jovem recém-libertado de um centro de detenção e se vê perdido nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema com foco em produções pornográficas, ele conhece Ronaldo (Ricardo Teodoro), um garoto de programa que tem Baby como seu protegido e está determinado a ensinar as malícias da vida e novas formas de sobreviver.
A partir de então, os dois iniciam uma relação tumultuada, marcada por conflitos entre exploração e proteção, ciúme e cumplicidade. Ambientado em um cenário urbano vibrante, Baby explora as complexidades das conexões humanas e os desafios de se reintegrar na sociedade após o período de detenção.
- “Oeste Outra Vez” (Dir. Erico Rassi | 2024 | Brasil | 97’)
Sinopse: A produção apresenta a narrativa de um faroeste brasileiro ambientado em um lugar isolado no sertão de Goiás, no Brasil, onde homens rudes, incapazes de lidar com suas próprias fragilidades, são constantemente abandonados pelas mulheres que amam. Tristes e amargurados, eles se voltam violentamente uns contra os outros.
- “Malu” (Dir. Pedro Freire | 2023 | Brasil| 100’)
Sinopse: O longa conta a narrativa de Malu (Yara de Novaes), uma atriz desempregada no auge dos seus 50 anos que vive em uma casa precária na periferia no Rio de Janeiro. Ela é obrigada a conviver com sua mãe racista e tenta viver sob a relação tensa e desagradável que mantém com sua própria filha. Malu enfrenta essa luta constante de más relações e energias enquanto tenta sobreviver às memórias de um passado glamouroso que a persegue.
- “Cidade de Deus: A Luta não Para” (Dir. Aly Muritiba | 2024 | Brasil | 6x50’)
Sinopse: A série original da HBO é uma continuação adaptada da obra literária de Paulo Lins e acompanha os personagens do renomado filme de 2002 depois de 20 anos, pelas lentes de Buscapé (Alexandre Rodrigues). A produção retrata o impacto dos conflitos entre policiais, traficantes e milicianos na vida dos moradores da comunidade. A história volta às telas a partir da saída do jovem traficante Braddock (Tiago Martins) da prisão. Ele decide tentar recuperar o controle do morro das mãos do chefe Curió (Marcos Palmeira), colocando os moradores da Cidade de Deus no meio do fogo cruzado entre a milícia, o tráfico e as autoridades do Rio de Janeiro.
O 16º Hollywood Brazilian Film Festival ocorre de 29 de outubro a 2 de novembro. Confira mais informações e a programação completa pelo site oficial: https://hbrff.org/ . A edição 2024 tem patrocínio do SPCine, Projeto Paradiso, Consulado Geral do Brasil - Los Angeles, Copa Airlines e Santos Lloyd Law Firm PC.
Espaço oferece aulas, jantares e eventos personalizados, onde o cliente pode cozinhar, observar ou simplesmente saborear pratos exclusivos em um ambiente informal e acolhedo
O Cantinho, novo espaço gastronômico em São Paulo, chega ao Itaim Bibi com uma proposta diferenciada. Fundado por Clariana Almeida e Guilherme Guerra, o espaço oferece uma experiência dinâmica e personalizada aos clientes. "Aqui o cliente escolhe como quer participar: pode cozinhar, apenas observar ou desfrutar de um jantar", explica Guilherme, que também atua como chef. Clariana, responsável pela administração, reforça que o espaço busca unir simplicidade e aprendizado gastronômico em um ambiente informal.
O modelo de negócio inclui três formatos principais: aulas de gastronomia em formato de menu degustação, jantares sazonais sem aulas e eventos fechados, como aniversários e encontros corporativos. Cada aula é focada em um tema diferente, permitindo aos alunos aprender técnicas enquanto apreciam pratos preparados pelo chef. "Queremos que nossos clientes tenham liberdade para aproveitar a experiência da forma que preferirem", comenta Clariana.
Além das aulas, os alunos podem adquirir kits personalizados com os ingredientes utilizados nas receitas, facilitando a reprodução dos pratos em casa. O espaço também funcionará como restaurante uma vez por semana, oferecendo menus sazonais que variam de acordo com a estação e os ingredientes disponíveis. Os jantares, assim como as aulas, são limitados em número de participantes para garantir uma experiência mais íntima e exclusiva.
Localizado na Rua Fiandeiras, no Itaim Bibi, o Cantinho estará aberto de segunda a sábado, das 19h às 23h, com as aulas acontecendo nos dias de semana e os jantares fechados aos sábados. "Nossa expectativa é atrair 15 alunos por aula nos primeiros meses e depois expandir conforme o interesse do público", afirma Guilherme.
No dia 30/10, o Cantinho oferecerá a aula "Mar doce Lar", onde os participantes aprenderão a preparar entrada, prato principal e sobremesa. Já no dia 31/10, a aula será focada na culinária oriental: "Izakya". No dia 01/11, acontece a aula Franco “Marroquina”. A programação de aulas e jantares poderá ser acompanhada diretamente no site do Cantinho – www.cantinhogastronomia.com.br
Prá raiá Ngoma - saudação pra chão e céu, é um espetáculo de dança inédito e gratuito que estreia no dia 7 de novembro, quinta-feira, às 19h, na 7ª FliPenha, Feira Literária da Penha,no Largo do Rosário bairro da Penha em SP. A circulação do espetáculo continua em todo o mês de novembro: no dia9, sábado, em Mogi das Cruzes, no Festival de Culturas Pretas; 15, sexta-feira, na Zona Leste, Comunidade Vila Santa Inês , no Centro de Cultura e Arte Batakere; 17, quinta-feira, em Paraibuna, na Edição do Festival Ancestralidança; 23, quarta-feira, em Piracicaba, e, dia 30, quarta-feira, em Contagem – MG.
Prá raiá Ngoma - saudação pra chão e céu, é um espetáculo de dança que traz para a cena mestres da cultura popular dos Congados brasileiros. Antônio Marcio e Silvio Antônio, mestres que, junto a artista Camila Midori , aceitaram o desafio de criar a partir de suas tradições. O espetáculo celebra o poder dos encontros e das encruzilhadas da vida: são três caipiras, cada um com suas raízes e ancestralidade, que se encontram na metrópole para saudar o caminho traçado no chão e anunciado ao céu. A partir de tradições afrodiaspóricas, os artistas criam uma dança de bastões e pés ritmados, eles louvam e abençoam a terra, transformando seus corpos em verdadeiros instrumentos, tambores vivos que ecoam a vibração da vida.
As sete apresentações gratuitas compõem parte das ações do projeto contemplado no Edital nº 03/2023 - Espetáculo de dança inédito - ProAC - Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo. Além da temporada de espetáculos, serão oferecidas de forma aberta e gratuita duas oficinas abertas sobre os congados brasileiros, as oficinas ocorrerão no dia 03 de novembro, domingo, na Comunidade Cultural Quilombaque em Perus-SP.
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Mestre Antônio Márcio dos Santos - Mestre Marcinho dos Santos - Intérprete-criador
Mestre Antônio Márcio é mestre griot da tradição do Moçambique mineiro, foi capitão de Moçambique da Comunidade Quilombola dos Arturos, localizada em Contagem-MG e já participou de diversas atividades culturais e religiosas, encontrando-se com comunidades e mestres de outros locais. Esta vivência o tornou exímio conhecedor da história e prática dos congados mineiros e como mestre da tradição, já realizou oficinas em vários estados brasileiros, inclusive para diversos artistas que utilizam a linguagem do Moçambique em seus espetáculos.
Mestre Silvio Antônio de Oliveira - intérprete-criador
Mestre Silvio Antônio de Oliveira é mestre griot advindo da tradição dos congados paulistas, nascido no Vale do Paraíba, berço desta cultura, hoje reside em Mogi das Cruzes e há mais de 20 anos trabalha com ações culturais e de educação através das tradições populares. Na grande São Paulo atua como difusor das tradições dos congados, sendo mestre da Kambaiá - Cia. de Moçambique de Bastão, existente desde a sua chegada à cidade de São Paulo e dentre seus muitos trabalhos, destacam-se oficinas e vivências em locais como o Instituto Brincante e o Conservatório de Tatuí, o trabalho como produtor cultural na Abaçaí Cultura e Arte, as palestras e aulas como o Ciclo de formação realizado na Casa Mário de Andrade, o trabalho com arte educação, como sua atuação no Projeto Vocacional, além das ações junto às comunidades negras da cidade, como a Irmandade dos Homens Pretos da Penha de França, onde o mestre teve grande importância como orientador na retomada das tradições da Festa de São Benedito.
Camila Pereira de Souza - Camila Midori - Produtora - co-diretora e intérprete-criadora
Multiartista, Camila é piracicabana, caipira de 37 anos, é mestra em música pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), tem pós-graduação em Educação Musical e graduação em História realizada na UNESP-SP, é formada no Método Ivaldo Bertazzo de reeducação do movimento e tem como foco de estudo e criação as manifestações tradicionais afrodiaspóricas. Atua na educação e na arte desde 2007, estudou percussão com Ari Colares e Luis Guello (EMESP), fez a Formação de Jovens Brincantes no Instituto Brincante, integrou o corpo de dança do Balé Folclórico de SP – Abaçaí. Atuou como intérprete-criadora no espetáculo “Para o seu Governo” da Cia Caleidos de Dança (Fomento à Dança-SP). Compôs o Núcleo Pé de Zamba – dança contemporânea-brasileira e integrou o grupo Sambadas – Roda de samba de mulheres LGBTQI+. Atua nos coletivos: Cia Baque Bolado como diretora, produtora e artista, Bloco Feminista - como diretora artística e regente de bateria. É percussionista nos grupos Samba Cabilé, Projeto Nuestro Encontro e Cumbia Calavera. É criadora e diretora dos Projetos Mulher Escrita - encontro de compositoras e Tambureras: aulas corpo-percussivas. Também atua como produtora e articuladora cultural.
Val Ribeiro - co-diretor - supervisor de direção
Val Ribeiro é ator, dançarino, canto, diretor, produtor cultural, arte educador e pesquisador da cultura Afro-brasileira e dos povos originários. É formado em teatro pelo SENAC/ SP, em 2008 inicia suas pesquisas, produções e projetos pedagógicos baseados nas culturas afro-brasileiras e nos povos originários como fonte referencial de vida, estabelecendo parcerias inicialmente com coletivos, grupos e cias: Cia dos Inventivos, Cia teatro Balagan, Cia. Mundu Rodá, Cia de Dança Antônio Nóbrega, Coletivo pretos'soul, Cia Trupé de Artes, Cia Paulicéia e Miolo de teatro, Núcleo Pé de Zamba, Núcleo coletivo 22, Núcleo Flor de Manacá e Cia Pia Fraus, entre outros, sendo que em diversos grupos auxiliou no processo de criação de espetáculos. Ao longo desses 15 anos essas conexões resultaram em intercâmbios culturais e pesquisas cênicas, produção, investigação e formação em dança-teatro a fim de criar elos de produção e investigação cênica no Brasil e no exterior.
Para informações do Projeto siga o Instagram @pra.raia.ngoma
Ficha técnica:
Direção: Val Ribeiro
Co-direção : Camila Midori e Silvana de Jesus
Produção: Camila Midori e Camila Cardoso
Preparação corporal: Silvana de Jesus e Ana Paula Mastrodi
Preparação vocal: Sahra Alencar
Intérpretes-criadores: Camila Midori, Mestre Marcinho dos Santos e Mestre Silvio Antonio
Música-sonoplastia: Carol Oliveira
Designer e Social Media: Luara Arabi
Assessoria de Imprensa: Cata-Vento Comunica
Serviço:
Prá raiá Ngoma - saudação pra chão e céu
Quando:
· 7 de novembro, quinta-feira, às 19h, na 7ª FliPenha, Feira Literária da Penha, no Largo do Rosário bairro da Penha em SP.
· 9, sábado, em Mogi das Cruzes, no Festival de Culturas Pretas;
· 15, sexta-feira, na Zona Leste, Comunidade Vila Santa Inês , no Centro de Cultura e Arte Batakere;
· 17, quinta-feira, em Paraibuna, na Edição do Festival Ancestralidança;
Um espetáculo de criatividade, arte e vida, apresentando mais de 355 trabalhos primorosos em cerâmica, madeira, metal, oshibana, papel, têxtil e vidro. O Bunkyo (Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social) realiza a 54ª Exposição de Arte Koguei, que começou no dia 20 de outubro e vai até 03 de novembro, no Espaço Cultural da entidade (Rua Galvão Bueno, 596, Liberdade, São Paulo/SP).
Neste ano, será homenageada a a incansável pesquisadora da técnica de tingimento natural em tecidos, Hisako Kawakami. A artista formou-se em pintura a óleo pela Faculdade de Belas Artes Femininas e especializou-se em tingimento pelo Instituto de Tintura de Setagaya, ambos em Tóquio no Japão. Ela foi uma das pioneiras da 1ª Exposição de Arte Koguei realizada no Bunkyo em 1968, comemorando os 60 anos da imigração japonesa no Brasil.
A homenageada da 54ª Exposição de Arte Koguei, Hisako Kawakami, especialista em tingimento natural de tecidos
Além da exposição, os visitantes poderão participar das palestras de cerâmica e papel artesanal e oficinas de impressão botânica, marchetaria, oshibana, shippo-yaki e washi-ê.
A 54ª edição da Exposição de Arte Koguei Bunkyo “marca o retorno desta exposição, depois de passar por inúmeros formatos e denominações”, relata a ceramista Olga Ishida, presidente da Comissão de Arte Koguei, que propõe criar um ambiente único de convivência entre diferentes formas de arte.
Em 2024, de 194 inscrições recebidas, totalizando 498 obras, foram selecionadas 152 artistas, para participar da exposição com 355 obras. Para a seleção, foram convidados os renomados artistas Kamori, Kenjiro Ikoma, Lucrécia Couso, Marcelo Tokai e Sonia Bogaz para compor a Comissão de Jurados.
A Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social – Bunkyo foi fundada em 17 de dezembro de 1955, com o objetivo de representar a comunidade nipo-brasileira e promover a preservação e divulgação da cultura japonesa no Brasil e da brasileira no Japão. É uma entidade sem fins lucrativos, mantida por voluntários, responsável pela manutenção do Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera, Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil e o Parque Bunkyo Kokushikan. Saiba mais em www.bunkyo.org.br.
“Tatu do Bem – Raku”, cerâmica, de Ale Rabin – TATUdoBEM – @dobemtatu
“Escute”, têxtil, de Adriana Bragotto – @dribragotto
Escritora, autora da duologia "A Princesa e o Viking" disponível na Amazon. Advogada e designer de moda. Desde 2008 é blogueira. A longa trajetória já teve diversas fases, iniciando como Fritando Ovo e desde 2018 rebatizado como Leoa Ruiva, agora o blog atinge maturidade profissional, com conteúdo inovador e diferenciado. Bem vindos!