Este ano, uma das mais importantes premiações do cinema mundial tem início no dia 12 de fevereiro
‘Vidas Passadas’
A 76ª edição de um dos principais eventos de cinema do mundo, o Festival de Berlim, será realizada entre os dias 12 e 22 de fevereiro na capital alemã. Quem quiser entrar no clima da premiação encontra, no catálogo do Telecine — disponível no Globoplay, no Prime Video Channels e nas plataformas de streaming das operadoras de TV Paga — a cinelist especial Premiados e Indicados no Festival de Berlim, que ficará disponível durante todo o período do evento. No Cult, o especial ‘Festival de Berlim’ vai ao ar na quinta (dia 12), a partir das 18h10, e apresenta ‘O Que é Isso, Companheiro?’, ‘O Desespero de Veronika Voss’ e ‘Central do Brasil’.
Entre os destaques da cinelist, estão ‘Que Horas Ela Volta?’, longa de Anna Muylaert protagonizado por Regina Casé e que ganhou o prêmio da Confederação de Cinemas de Arte e Ensaio na seção Panorama em 2015; ‘Cidade; Campo’, premiado na categoria de Melhor Direção pelo trabalho de Juliana Rojas na mostra Encounters, principal mostra paralela do festival, em 2024; ‘Vidas Passadas’, sucesso de Celine Song selecionado para a mostra competitiva de 2023; e ‘Ata-me!’, filme de Pedro Almodóvar indicado ao Urso de Ouro em 1990.
Especial Festival de Berlim
No Telecine Cult, dia 12 de fevereiro, a partir das 18h10.
O Que é Isso, Companheiro (1998)
No Telecine Cult, dia 12, às 18h10. No catálogo do Telecine, disponível dentro do Globoplay, Prime Video Channels e via operadoras.
Sinopse: Durante a ditadura, jovens de classe média optam pela luta armada para enfrentar o regime. Integrantes do MR-8 e da ALN sequestram o embaixador americano para trocá-lo por prisioneiros políticos.
Direção: Bruno Barreto
Elenco: Alan Arkin, Pedro Cardoso, Fernanda Torres, Luiz Fernando Guimarães, Cláudia Abreu
Drama |16 anos | BRA |112’
O Desespero de Veronika Voss (1982)
No Telecine Cult, dia 12, às 20h10. No catálogo do Telecine, disponível dentro do Globoplay, Prime Video Channels e via operadoras.
Sinopse: Em Munique, 1955, a estrela decadente Veronika Voss sonha com o retorno ao cinema, mas seu vício em morfina a prende em um ciclo sombrio e destrutivo.
No Telecine Cult, dia 12, às 22h. No catálogo do Telecine, disponível dentro do Globoplay, Prime Video Channels e via operadoras.
Sinopse: Dora escreve cartas para analfabetos na Central do Brasil. Após um acidente próximo ao local, ela se aproxima de Josué, e juntos partem em busca do pai do jovem.
O Telecine oferece um serviço 100% filmes, construído a partir de uma curadoria feita por pessoas que amam cinema e entendem o gosto do brasileiro. Disponível em streaming e nos canais de TV por assinatura, o catálogo do Telecine está recheado de preciosidades, que vão desde lançamentos a filmes amados que marcaram época. A marca aposta na capilaridade de distribuição e parcerias, permitindo ao assinante acessar o acervo completo de filmes em diferentes telas, seja através de apps já conhecidos pelo público, como Globoplay e Prime Video, ou nas plataformas das operadoras de TV paga (Claro, Oi, SKY e Vivo).
Primeira parte do “Na Resenha” conta com 5 faixas que chegam às plataformas de áudio nesta sexta-feira (6), ao meio-dia
(Créditos: @lorena.view)
Abrindo 2026 com o pé direito, Lucas Lucco apresenta ao público “Na Resenha”, seu primeiro projeto musical do ano. O trabalho revisita grandes sucessos de sua carreira, agora repaginados com a energia contagiante do piseiro. A proposta combina a força de canções já consagradas com a sonoridade atual que domina as paradas e playlists do país.
A faixa foco do projeto é “Destino”, que ganha destaque especial por também integrar a trilha sonora da nova novela vertical “Quem é o pai do meu bebê?”, produção do Globoplay da qual o artista interpreta Raphael, o protagonista masculino, ao lado de Carol Castro e Bianca Comparato. A música reforça a conexão entre a carreira musical e audiovisual de Lucas, ampliando o alcance do projeto.
O lançamento oficial de “Na Resenha - Ao Vivo - Vol.01” acontece nesta sexta-feira, (6), ao meio-dia, em todas as plataformas de áudio. Para os fãs mais ansiosos, os clipes das faixas já estão disponíveis no YouTube, trazendo uma estética descontraída e alinhada à proposta do projeto.
Com o projeto, Lucas Lucco reafirma sua versatilidade artística e aposta no piseiro como ponte entre o sucesso do passado e a energia da música atual. “‘Na Resenha’ nasceu de um momento bem descontraído, sem muita pretensão, e acabou ficando tão legal que resolvemos levar para mais longe. O piseiro deu uma nova cara para músicas que o público já conhece, sem perder a essência, e eu estou muito animado para ver como as pessoas vão receber esse trabalho”, afirma o artista.
Artista da 30PRAUM faz primeiro grande show em seu estado natal e reforça protagonismo do trap nordestino
O Festival Plantão anuncia Brandão como atração confirmada de sua edição 2026. Artista do selo 30PRAUM e natural do Ceará, ele integra o line-up do evento que acontece em 25 de abril de 2026, no Marina Park, em Fortaleza. Reunindo milhares de fãs e artistas que movimentam a cultura urbana do Brasil, esta edição marca ainda a celebração de 10 anos de história do festival, uma data simbólica que reforça a ambição de entregar a maior e mais marcante edição já realizada.
A chegada de Brandão ao line-up amplia a presença da 30PRAUM no festival e reforça a curadoria assinada por Matuê, pensada a partir de identidade, representatividade e impacto cultural. Ao lado de nomes já anunciados como Teto, Wiu e outros grandes artistas da cena, o artista passa a integrar uma programação que reafirma o Festival Plantão como espaço de construção histórica para o trap nacional.
A apresentação marca ainda o primeiro grande show de Brandão em seu estado natal, em um momento decisivo de sua carreira. O anúncio acontece logo após o lançamento de “Japonês”, parceria com Matuê que reiterou a conexão artística entre os dois nomes e rapidamente se consolidou como um dos grandes destaques do ano, permanecendo por 60 dias no Top 200 e somando 19 milhões de reproduções até então.
“Japonês” chega, inclusive, na sequência de uma fase extremamente sólida da carreira de Brandão, marcada por projetos que vêm ditando os rumos do trap brasileiro. Seu impacto também se reflete nos números expressivos de outros trabalhos recentes: Isso É Trap Vol. I ultrapassa a marca de 90 milhões de streams, enquanto o álbum CEO já soma 92 milhões de reproduções.
Consolidado como um dos principais festivais de trap e hip hop do Brasil, o Festival Plantão chega à sua terceira edição reafirmando o compromisso com a cultura, a rua e o protagonismo nordestino dentro do gênero. Em 2026, o evento aprofunda sua proposta de experiência e identidade, reunindo artistas que não apenas acompanham a cena, mas ajudam a defini-la. E ninguém melhor que Brandão para subir no palco como um dos símbolos desse movimento.
Documentário acompanha mulheres lésbicas acima dos 50 anos numa viagem de fim de semana
Frame do filme Comunhão (fotografia de Mariana Campos)
São Paulo, 5 de fevereiro de 2026 – O documentário Comunhão, dirigido por Pétala Lopes, acaba de ter a sua première brasileira, na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Com 23 minutos de duração, o filme é a estreia de Pétala na direção e acompanha um grupo de mulheres lésbicas acima dos 50 anos durante uma viagem de fim de semana a um sítio.
O documentário registra a construção de redes de cuidado e pertencimento entre mulheres lésbicas, ocupando espaços que a sociedade historicamente nega a elas. Da convivência na viagem, emergem experiências e memórias que raramente encontram lugar na esfera pública. O projeto foi realizado com o fomento da Lei Paulo Gustavo, via Ministério da Cultura e Governo Federal.
A trajetória de Pétala Lopes como fotógrafa e educadora marca a estética do filme – o arquivo e a memória funcionam como ferramentas de construção de sentido. A ideia para o documentário foi gestada desde a adolescência da diretora, quando frequentava bares lésbicos na região do Bixiga, em São Paulo.
O trabalho de Pétala Lopes se constrói a partir da relação com as pessoas. Mais do que registrar acontecimentos, há uma busca por materializar sentimentos difíceis de nomear, como a percepção da passagem do tempo, a experiência da alegria ou a sustentação do afeto no cotidiano. A estética do filme é atravessada por essa prática relacional, na qual o encontro, a escuta e a convivência orientam as escolhas formais e narrativas.
Para a curadoria da Mostra de Tiradentes, Comunhão é um "filme de retiro", em que o deslocamento para o campo oferta o encontro que resulta na obra. "A câmera opera um registro de escuta, menos voltado a uma entrevista padronizada e mais se colocando à disposição das personagens, numa espécie de rito capaz de transmitir ao mesmo tempo seriedade e humor num registro simpático, mas nunca leviano", destaca o texto curatorial do festival.
Em Comunhão, imagem e entrevista surgem menos como dispositivos formais e mais como desdobramentos de encontros e conexões afetivas que já existem. O centro do filme está na experiência da viagem, no tempo vivido juntas, no compartilhamento do cotidiano, na escuta e na presença. “Me interessa a singularidade de cada uma das personagens. O filme é uma pequena parte da vida dessas mulheres, um acontecimento, uma quebra de rotina. Não se trata de representá-las como se fossem alguém além de si mesmas”, diz Pétala.
Numa das cenas, as personagens Rosalina da Silva e Ângela Fontes compartilham as primeiras impressões sobre a amizade delas, que já dura 40 anos. Ângela é parceira de Willman Defacio há três decadas e o casal participa da série “Acende a Luz", original da Apple TV. “Me encontrar com elas também é comunhão. A comunhão já existe, as lésbicas já a exercem”, diz Pétala.
O espírito de comunhão também influenciou na formação da equipe do filme, integralmente composta por profissionais lésbicas, bissexuais, transgênero, transexuais e travestis. O documentário é coescrito e produzido por Ana Squilanti, com quem Pétala realizou o curta 2 de Copas, pela Pitanga Produtora, que também é a produtora de Comunhão.
O projeto conta com nomes como Juliana Munhoz (As Primeiras e Sem Coração) na montagem, Mariana Campos (Travessias Desiguais) na fotografia e Elis Menezes e Raissa Spada (Obirin Trio) na trilha sonora original. A distribuição está a cargo de Nataly Pinho, da Pique Filmes.
Roteiro: Pétala Lopes, Ana Squilanti e Juliana Munhoz
Argumento: Pétala Lopes e Ana Squilanti
Produção executiva: Ana Squilanti, Pitanga Produtora
Distribuição: Nataly Pinho, Pique Filmes
Direção de produção: Luara Oliveira
Coordenação de pós-produção: Kelly Souza
Produção de elenco: Mari Machado
Consultoria executiva: Júlia Alves
Palestra de cultura e respeito: Sofia Franco, Azeitona Consultoria
Direção de fotografia: Mariana Campos
Assistência de fotografia: Thamara Lage
Som direto: Juliana Santana
Montagem: Juliana Munhoz
Assistência de montagem: Gabrielle Ferreira
Colorização e finalização: Klaus Rossatti
Designer: Du Nieto
Trilha original: Elis Menezes e Raissa Spada, Telheiras Áudio
Edição de Som: Acácia Lima
Mixagem: Thaís Rizzo
Acessibilidade, roteiro de audiodescrição: Larissa Hobi
Consultoria de audiodescrição: Cida Leite
Narração de audiodescrição: Daniel Machline
Mixagem de audiodescrição: Miguel Segundo
Legendagem: LC Translations
Libras: Mão Preta Libras
Relações públicas: Camilla Ginesi
Elenco: Adriana Rodrigues de Freitas, Angela Fontes, Selma Almeida (Cecel), Cenia Borges, Elaine Amarante, Fabiana Ribeiro, Giselia de Moura, Juciara Ramalho, Laura de Jesus, Márcia Regina Borges, Mari Machado, Marta Rodrigues, Rosalina da Silva, Solange Schiavon, Valdirene Amorim e Willman Defacio
Atriz estreia (Des)controle após quase uma década desde seu último filme ficcional
Aline Pereira, Carolina Dieckmmann e Amanda Brandão no OdeioCinema
Prestes a estrear seu novo longa (Des)Controle nos cinemas, Carolina Dieckmmann bateu um papo sobre carreira no OdeioCinema, videocast do AdoroCinema. O episódio vai ao ar no dia 5 de fevereiro no YouTube do AdoroCinema e serviços de streaming de áudio.
No filme, a atriz interpreta uma escritora de 45 anos chamada Kátia Klein que busca um alívio na bebida, passando de uma taça de vinho ao descontrole completo, perdendo-se para o alcoolismo. Na conversa, Carolina destacou a importância de falar sobre o tema a partir de uma ótica feminina.
Dieckmmann comentou também sobre a sua relação com o autor de novelas Manoel Carlos e como ele a ajudou na decisão de seguir na carreira. “Quando ele escreveu a Camila (de Laços de Família) eu estava em uma crise existencial, me questionando se realmente queria ser atriz. [...] Acho que a minha cena ficando careca é um rito de passagem. Naquele momento não tinha volta. Essa novela é muito especial nesse lugar de eu entender o que queria fazer”.
Entre outras curiosidades, a atriz revelou que “E.T. - O Extraterrestre” foi o primeiro longa que assistiu no cinema e elencou “Pulp Fiction” como o filme que todo mundo ama, menos ela.
Um grupo internacional, com sede na França e presença nacional. Somos especialistas em comunidades, trazendo às marcas expertise e contexto em diversos segmentos com alto poder de distribuição. Operando em mais de 15 países, somos um dos maiores players em entretenimento digital no mundo e estruturamos nossas atividades em torno de quatro pilares: Webedia Networks, Webedia Creators, Webedia Studios e Webedia Services.
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